terça-feira, 19 de agosto de 2008

Manifesto

Pode me chamar de Bruna, mas depois que você me conhecer por mais tempo vai descobrir: meu nome é Bruna Carolina. “Mas por quê? Não combina!”.

Perguntem a meus pais, aposto que eles vão saber explicar em detalhes toda a beleza por trás da escolha.

Minha mãe e meu pai também têm nomes compostos, é como uma herança, algo que você recebe antes mesmo de nascer, mas não entende durante grande parte de sua vida. Até que você percebe o significado e começa a ser um legado, que você deve passar para frente. E não vai se sentir completo até que realmente passe!

Mas essa não é a questão principal a ser levantada. A questão é: você já reparou que em todas novelas mexicanas as pessoas têm nomes compostos? E que nem por um dia na vida elas têm sossego? Sempre o maior drama do universo acontece.

- Oh, Marcelo Henrique, esse filho em meu ventre, sinto pelo chutar que realmente não é seu, ele não pode viver.
- Não, Maria Joana, não diga isso. Oh, por quê? Por que me traístes no alto da Torre Eiffel com Guilherme Afonso?
- Oh, Santa Virgem Guadalupe nos ajude.

E o nome deles lá, sempre firmes e sonoros, conferindo toda a força de expressão necessária a cada cena.

Pois é, a minha teoria é de que isso tudo não é por acaso. As pessoas que carregam consigo os tais nomes compostos são, na verdade, personagens de uma grande novela da vida real. Corre na veia de suas almas o sangue mexicano e suas vidas são cheias de agitos, dramas e acontecimentos fantásticos.

Mas toda teoria tem que ter embasamento. Por isso, o blog dedicado a esses personagens e suas novelas.

2 comentários:

Thais disse...

arrriba!!!

DiegoFerrite disse...

OOOpa Bruna carolina heim, quem diria, rs.